O dia amanheceu ensolarado e “bota”ensolarado nisso. Consegui reservar o transfer até o parque argentino com um dia de antecedência na própria agência de turismo do hotel. Eles nos cobraram R$40.00 por pessoa (Parque Argentino, City tour, Compras e Duty Free). Essa foi a opção de transfer mais barata que eu consegui. Pesquisei com outras empresas e os valores mudavam bastante – entre 80 e 60 reais por pessoa. Nem com os taxistas eu consegui negociar o valor. Eles cobravam sempre o mesmo valor das empresas de turismo.
Saímos do hotel 15 minutos depois do horário combinado. (Eu sou chatinha assim mesmo com essa questão dos horários. Sorry.) A travesia foi tranquila. Poucos carros na aduanda argentina. O único inconveniente foi ser obrigada a esperar uns 30 minutos enquanto o pessoal parava para comprar pesos na cada de câmbio (#modorabugentaon. Sorry, again.). Portanto, não se esqueça de levar pesos para pagar o ingresso do parque. Essa é a única moeda aceita. O ingresso atualmente custa 45 pesos. Essa tarifa foi reajustada recentemente. Não sei confirmar se existe um estacionamento para carros particulares e quanto eles cobram.
Se você optar por almoçar no Parque, prepare o cartão – 55 pesos (sem bebida), mas pode comer a vontade. Lá também é possível encontrar algumas lanchonetes. Se você quiser economizar siga uma dica a lá pato econômico: leve sua própria garrafinha de água. Me cobraram 10 pesos por uma água meio salgada.
O rapaz do transfer nos deixou na entrada do parque as 10 horas da manhã e marcou o nosso retorno para as 15 horas. Pouco tempo para quem quiser descansar por uma hora durante o almoço e ainda optar por fazer as 3 trilhas do parque com calma para admirar o ambiente e ainda tirar boas fotos. (Boas fotos? Cadê a Denise nessas horas quando você precisa dela? =P)
O Parque argentino é tão fácil de caminhar quanto o brasileiro. É bem sinalizado, disponibiliza várias lixeiras (recilável e orgânico). Também é possível encontrar o staff do parque sempre que necessário.
A visita pode ser feita de 3 maneiras diferentes:
- Ir de trenzinho ou caminhando até a passarela que lava para a Garganta del Diablo. Essa passarela tem 1.1 km. Piece of cake.
- Fazer a trilha do circuito superior. São 650 metros que mostram as quedas secundárias.
- Percorrer 1.4 km do circuito inferior e se molhar bastante.
Descrever a sensaçã de estar, praticamente, em cima das maiores quedas d’aguas do mundo é algo que requer muita habilidade. É impossível não se impressionar com tamanha força e beleza. Vale a viagem. Naquele momento nem me lembrava mais do chuveiro frio do hotelzinho do pacote.
Só um detalhe atrapalhou: 15:30 chegou mais rápido do que o esperado. Tive que parar o circuito inferior na metade. Afinal, precisava retornar ao ponto de encontro e seguir viagem até o Duty Free. Aliás, não acredito que seja muito vantajoso fazer grandes comprar por lá. Sem falar no stress que é trazer muitas bebidas na mala.
Horários e Serviços:
O horário de visitação do Parque Iguazú é das 08:00 as 18:00 entre Março e Setembro. E das 08:00 as 19:00 entre Outubro e Fevereiro.
É possível chegar ao Parque utilizando o transporte público da região. É meio roots, mas eu toparia. A empresa que faz esse transporte se chama “El Práctico”. Os ônibus passam a cada 30 minutos.
Outras Informações:
http://www.iguazuargentina.com
http://www.parquesnacionales.gov.ar/
Também é possível participar de passeios de aventura parecidos com os oferecidos do lado brasileiro, conforme indicava essa placa:
10 Comentários
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Nat, esses posts da sua viagem pra Foz estao todos super completos, com fotos lindas! To salvando tudo pra quando eu for
Mari,
Isso porque meu conhecimento de fotografia é bem próximo de zero.
o lugar é tão lindo que nem precisa de muito esforço para conseguir boas fotos
Estou tentando deixar os posts o mais completinhos possíveis para facilitar a vida de quem for para Foz. Já tenho mais dois no forno
Nati, eu estive lá em 2007 e deixamos o carro em um estacionamento. Procurei agora nas minhas anotacões da época e não tem nenhum valor… Então devia ser de graça. Será?
Natalie,
Sabe que nunca tinha visto as cataratas pelo angulo Argentino???
É bem diferente né, parece que dá pra chegar bem mais perto…
Alguns anos atrás eu fui pro lado Argentino de carro, mas não visitamos as cataratas, apenas o Duty Free e Puerto Iguaçu que alias tem bons restaurantes. Foi legal, mas confesso que devia ter considerado a possibilidade de ver as quedas tambem.
Beijos
Carol,
é uma experiência muito interessante. Porque do lado brasileiro vc vê as quedas d'água. Já no lado argentino vc fica, praticamente, em cima das quedas. É incrível.
Desculpe o off topic, mas não sabia exatamente onde postar a pergunta. Você sabe me dizer como ir ao Oulet Premium que fica na Rodovia dos Bandeirantes km 72, saindo de Campinas? É que pelo mapa vi que é aí para o lado de Valinhos (ou será que errei feio, nunca aprendi a interpretar mapas rodoviários) hehehe! Tô cheia de informações de como ir de SP, capital – mas meu voo vai descer em Campinas. Beijão e obrigada!
Oi Silvia!
Te mandei uma DM no Twitter, mas é relativamente simples. Do aeroporto vc pega a Rod. Santos Dumont sentido Campinas, depois vc pega a saída para a Rod. dos Bandeirantes sentido São Paulo. Daí pra frente é seguir as placas.
Um mapa aproximado tá no link abaixo. Só não está muito certa a localização do ponto de destino do link
Mas pode confiar até a entrada da Rod. dos Bandeirantes q é o que interessa
Qualquer coisa entra em contato de novo que a gente te ajuda!
http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&am…
Nada mais posso dizer a não ser que pereço de inveja… rs
Uauuuuu!! Muito legal, Nat!
Bjs,
Adorei!
To com mil ideias novamente!
E que pesquisei de Foz quando peguei a passagem mas depois deixei pra lá…vc ta super me empolgando de novo.
Bjo