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Lisboa: entre igrejas e museus

Mais um post da nossa correspondente especial sobre Lisboa. Dúvidas históricas, não deixe de perguntar. A caixa de comentários está […]

por Natalie Soares outros artigos do autor
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Mais um post da nossa correspondente especial sobre Lisboa. Dúvidas históricas, não deixe de perguntar. A caixa de comentários está aberta para todos e eu tenho certeza que a Dona Sônia vai adorar ajudar 🙂 Divirta-se!

Vocês se lembram como se sentiram ao pisar pela primeira vez em terras européias?

Quando cheguei em Lisboa, minha primeira viagem internacional, tentei lembrar tudo o que havia planejado, mas minha cabeça era uma simples folha de papel em branco. Por onde começar? Resolvi me deixar levar por Portugal.

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Saí do hotel com a intenção de ir ao Museu Nacional de Arte Antiga mas quando me deparei com a Basílica da Estrela por um momento pensei em visitá-la. Foi quando vi o bonde chegando e preferi sair correndo para não perdê-lo. Para minha surpresa, que esperava encontrar uma leva de turistas no bondinho, dividi aquele espaço com muitos locais.

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Consegui fazer o passeio, mesmo sem ter o ticket. O condutor não gostou muito de ter que cobrar a passagem mas segui sem problemas. Fui caminhando rumo ao Armazém do Chiado quando e me deparei com A Brasileira, um café ao melhor estilo Art Noveau, com espelhos e pinturas do primeiro quartel do séc.XX. Resolvi almoçar por ali, sabe aquela coisa de turista mesmo? Não resisti 😀 Freqüentar o mesmo local onde Fernando Pessoa tomava seu café foi demais.

O local é muito procurado como café, uma tradição entre os portugueses, mas poucas pessoas optam por fazer refeições completas, o que é uma pena, pois a comida é muito saborosa.

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Lógico que minha primeira refeição em Portugal tinha que ser bacalhau e um bom vinho. Pena que a foto não faça jus à delícia. Investi a “grande” quantia de 18,50 euros no meu primeiro almoço.

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Aproveitei para visitar as três igrejas daquela região: Igreja Nossa Senhora do Loreto ou dos Italianos, construída por antigos mercadores italianos que viviam em Lisboa; a Igreja Nossa Senhora da Encarnação, que ficam no Largo do Chiado e finalmente a bela Igreja dos Mártires, na rua Serpa Pinto, consagrada aos heróis que morreram na luta pela restauração de Lisboa que se encontrava em poder dos mouros.

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