No post anterior, eu cometi o pecado de chamar o Cochinillo de Segóvia de leitoa, pois esse é um prato tão típico da região que criaram até mesmo uma “marca” para ele.
E não é que o logo é bem simpático?
Logo que a Dri Setti publicou esse post e me deixou com água na boa, eu prometi para mim mesma que um dia iria provar essa iguaria (para os amantes de uma bela carne, claro).
O cochinillo de Segóvia passa por um sério controle de qualidade e seu processo de produção é todo regulamentado. Sinta o drama: ele deve ser assado por inteiro e temperado apenas com sal e água.
O cochinillo só é cortado bem na hora de ser servido. Não me esqueço da cena dos garçons cortando o cochinillo com um prato. Isso mesmo, com um prato. É muita habilidade.
A carne é extremamente macia e possui um sabor super suave e algumas partes estavam tão pururucas que dificilmente vou conseguir encontrar algo parecido por aqui.
O Fred tirou uma foto minha depois dessa maratona a lá Destemperados e foi naquele exato momento que eu entendi o real significado da palavra “siesta”.
PS: Nós almoçamos no restaurante José María. Recomendamos que façam reservas principalmente para os finais de semana, pois o restaurante é bem concorrido. O almoço para nós dois custou aproximadamente 70 euros.
Um Comentário
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Caraca deve ser bom esse Cochinillo.
Gostei das dicas de Segóvia.
Voltei da segunda visita a Espanha e vejo que serão necessárias, muitas mais.
Abração para o Casal!!!