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Pachacámac, perto de Lima: por que não recomendamos o passeio?

Um dos passeios indicados para quem visita Lima é seguir até as ruínas pré-incas de Pachacamac. Durante nossa primeira viagem ao […]

por Natalie Soares outros artigos do autor
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Um dos passeios indicados para quem visita Lima é seguir até as ruínas pré-incas de Pachacamac. Durante nossa primeira viagem ao Peru, não conseguimos fazer esse tour, por isso o deixamos para nossa segunda incursão ao país.

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Ir a Pachacámac vale a pena?

Por que a região de Pachacámac é importante?

Quatro povos distintos viveram em Pachacámac: os Lima, Wari, Yshma e os Incas. A cidade foi construída por volta de 200 a.c. e resistiu por cerca de 400 anos. Como muitas construções pré-incas, os historiadores consideram que ela era dividida em 4 setores: administrativo, cerimonial, doméstico e abrigo para os peregrinos.

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Eles cultuavam esse local como ponto de encontro do Deus dos Terremotos, o oráculo mais importante da época. Por isso, ao longo dos anos de sua ocupação pré-inca, a população peregrinava até Pachacámac para pedir alívio aos terremotos, transformando o espaço em um lugar de oferendas e sacrifícios.

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Como funciona o tour por Pachacámac?

O programa dura meio período – já que boa parte do trajeto se passa buscando passageiros em diferentes hotéis – e é amplamente oferecido por diversas agências locais em Lima.

Como os tours podem ser organizados por várias empresas locais, resolvemos escolher a Gray Line para testar seus serviços, já que ela é bastante conhecida por seus city tours no exterior. No dia do passeio, percebemos que a empresa havia terceirizado esse tour para uma agência local que, então, nos levaria até Pachacámac.

Valor: 36 dólares por pessoa com ingresso, guia local e transporte inclusos.

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Mas afinal de contas, por que não recomendamos o passeio?

Por 3 diferentes motivos, meu caro leitor :mrgreen:

  1. Se você já visitou outros sítios arqueológicos no centro de Lima como a Huaca Pucllana e Huallamarca, o passeio por Pachacámac pode ser cansativo e repetitivo.
  2. O estado de conservação das ruínas não é dos melhores. Tanto em Lima quanto em diferentes pontos do Peru, você vai conseguir visitar outros sítios que apresentam melhores estados de preservação e contam histórias parecidas.
  3. O tempo de deslocamento. Lima tem muitas coisas distintas e interessantes a oferecer: os museus e galerias de artes, a forte gastronomia local, seus mercados e bairros diferentes como o Barranco e Miraflores.

Sinceramente? Levando em consideração que geralmente passamos por Lima com pouco tempo para explorar a cidade de verdade, não acho que valha a pena investir tanto tempo nesse passeio e abrir mão de conhecer outros pontos tão bacanas da capital. Claro que, se você já conhece a cidade bem e está voltando, ir a Pachacámac pode ser um programa a se considerar 😉

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Como chegar a Pachacámac – “alma de la tierra, el que anima el mundo”?

A 40 km de Lima, a melhor maneira de chegar a Pachacámac é contratando um tour local ou reservando um táxi. Alugar carro na cidade está fora de cogitação devido ao trânsito caótico e às condições precárias das estradas no Peru.

Você já foi a Pachacámac? O que achou da experiência?

Clique aqui para conferir todas as nossas dicas e roteiros do Peru \o/

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Pachacámac

[one_half]Endereço:

Km 31,5 da antiga Panamericana Sur

Lurín, Peru

http://pachacamac.cultura.pe

Horários:

Terça a Sábado: 9 às 17h

Domingo: 9 às 16

[/one_half]
[one_half_last]Ingressos:

Adultos: 10 soles

Guias:

Espanhol, Inglês e Francês: é preciso agendar previamente

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